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terça-feira, 27 de agosto de 2013

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Proíbe a venda de alimentos acompanhados de brindes ou brinquedos no Estado de São Paulo

Olha a lei que foi aprovada! Adorei

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECRETA:

Artigo 1º - Fica proibida a venda de alimentos acompanhados de brindes ou brinquedos de qualquer tipo no Estado de São Paulo.
Parágrafo único: Em caso de desobediência, o estabelecimento fica sujeito as penalidades do artigo 56 da Lei Federal n° 8.078, de 11 de setembro de 1990 (CDC).

Artigo 2 ° - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação

JUSTIFICATIVA
As promoções das redes de "fast food" vendem lanches junto com brinquedos. As promoções têm como publico alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.
O Código de Defesa do Consumidor-(CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Este público não completou sua formação crítica e não possui capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo e apelativo da promoção.
De acordo com o Ministério Público Federal de São Paulo o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da mesma e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil".
A atração do consumidor infantil pela avalanche de brinquedos retira fundamentalmente o aspecto crítico ou
avaliativo sobre o que e porque comer. Na maioria das vezes a criança esta sem fome e deixa todo o conteúdo do lanche, outro aspecto importante é que a obesidade infantil tem se tornado um problema de saúde pública em vários países, inclusive o Brasil. O alimento acompanhado do brinquedo induz a criança a solicitar o lanche desnecessário.
Uma pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idea) e Instituto Alana mostram que os lanches que
acompanham os brinquedos em cinco redes de fast-food podem conter ate 70% da quantidade de gordura
saturada que uma criança pode ingerir por dia.
O lanche do McDonald's que acompanha os brinquedos tem 0,4g dessa gordura, o do Burguer King, 2g, e o do Bob's, 3,7g. A ingestão da gordura trans não é recomendada em nenhuma quantidade porque aumenta o colesterol.
Assim, pelos motivos acima expostos, conto com o apoio de meus nobres pares para a aprovação deste projeto de lei.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Redes de fast food investem em cardápio com opções 'saudáveis'

As redes de fast food, principalmente o McDonald's, estão divulgando a redução dos teores de sal e gordura em seus lanches.
A mudança envolve a inclusão de saladas, sucos, legumes e frutas no cardápio. Bob's e Burger King também oferecem saladas e sanduíches menos calóricos do que as opções clássicas.
Especialistas em nutrição, no entanto, afirmam que as mudanças são tímidas.
A rede McDonald's incluiu quatro fatias de maçã como sobremesa em seu McLanche Feliz. A batata frita do lanche infantil ganhou uma versão reduzida, com menos de cem calorias, cerca de metade do que havia na porção original. É possível substituir a batata por palitinhos de cenoura e o refrigerante por suco.
Para a nutricionista Daniela Jobst, esse tipo de alteração não deve ser suficiente para mudar os hábitos do consumidores. "Quem vai até uma rede de fast food não vai para comer frutas".
Segundo Jobst, a oferta de pedaços de maçã também não compensa ao lado de uma refeição composta por hambúrguer e fritas.
No Bob's, os lanches mais saudáveis levam pão integral e peito de peru. No Burger King, o cliente pode optar por água de coco em vez de refrigerante.

MENOS SAL
Uma das principais mudanças no conteúdo dos lanches é a redução da quantidade de sódio (componente do sal). O McDonald's reduziu em 15% o sódio de seu Big Mac. Nos nuggets de frango, o corte foi de 10%.
O Bob's afirma que está estudando reduções nessa mesma direção. Segundo o Burger King, os nuggets já tiveram o sódio reduzido.
De acordo com a nutricionista, o corte do sódio é o ponto positivo das mudanças no fast food. Consumido em excesso, o sódio aumenta o risco de hipertensão, derrame, infarto e doenças renais.
O brasileiro consome 8,2 g de sal por dia (3,3 g de sódio) em média, mas as recomendações internacionais são de um máximo de 6 g (2,4 g de sódio).

SALADA SAUDÁVEL
A opção pelas novas saladas incluídas nos cardápios pode ser uma saída para quem frequenta o fast food, mas é preciso atenção à armadilha do molho. A nova salada do McDonald's tem mais tipos de folhas e tomate. Sozinha, tem só oito calorias e 21 mg de sódio.
O molho, porém, pode mais que dobrar o número de calorias do prato. "Esses molhos também são cheios de espessantes, gorduras, conservantes, açúcar e sal", afirma Jobst.
Para Daniel Magnoni, nutrólogo do Hospital do Coração, a mudança nos cardápios pode ser um passo no combate da obesidade infantil. "Mas não adianta oferecer, é preciso educar para escolhas mais saudáveis."
Para minimizar os efeitos do fast food, ele recomenda escolher os sanduíches com mais salada, sucos em vez de refrigerantes, batata com menos sal e pão integral.







Editoria de Arte/Folhapress





quarta-feira, 2 de março de 2011

Estudo relaciona dieta de 'junk food' a Q.I. baixo



Crianças com dieta rica em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente mais baixo, de acordo com um amplo estudo divulgado no Journal of Epidemiology and Community Health da British Medical Association (BMA) e que já está sendo aclamado como o mais abrangente do tipo.

A conclusão da pesquisa é o resultado do acompanhamento de 14.000 pessoas nascidas na Inglaterra entre 1991 e 1992, que tiveram a saúde e o bem-estar foram monitorados aos três, quatro, sete e oito anos e meio.


Os pais das crianças foram orientados a preencher questionários que perguntavam, entre outras coisas, o que seus filhos comiam e bebiam.


Três padrões de dieta foram então identificados: o primeiro, rico em gorduras processadas e açúcar; o segundo, uma dieta "tradicional" com base em carne e vegetais; e o terceiro, considerado "saudável", com muita salada, frutas e vegetais, além de macarrão e arroz.


Quando as crianças chegaram aos oito anos e meio, seu Q.I. (sigla para quociente de inteligência) foi medido através de uma ferramenta padrão conhecida como Escala de Inteligência de Wechsler.


Entre as 4.000 crianças cujos dados estão completos,
é possível perceber uma diferença significativa de Q.I. daquelas que consumiam comida processada em relação às submetidas a uma dieta saudável nos primeiros anos da infância.

Ao todo,
20% das crianças participantes consumiam grande quantidade de comida processada, e o Q.I. médio aferido entre elas é 101. Já entre os 20% alimentados de maneira saudável, o Q.I. médio é 106.

"É uma diferença muito pequena, não é uma diferença vasta", admite Pauline Emmett, uma das autoras do estudo, que pertence à Escola de Medicina Social e Comunitária da Universidade de Bristol.

"No entanto, ela as torna menos capazes de lidar com a educação, menos capazes de lidar com algumas coisas na vida", acrescenta.


A associação entre nível de Q.I. e nutrição é um ponto polêmico e exaustivamente debatido, uma vez que pode ser influenciada por inúmeros fatores como o contexto social e econômico de cada indivíduo.


É possível argumentar, por exemplo, que uma família de classe média tem mais interesse (ou mais condições) de servir uma refeição saudável aos filhos, além de dar mais estímulo à criança para que consuma alimentos saudáveis, em comparação com famílias mais pobres.


Emmett explica que sua equipe dedicou especial cuidado para neutralizar este tipo de fator na aferição dos dados.


"Temos todo o controle do nível educacional da mãe, da classe social da mãe, sua idade, se vive em casa própria, o que aconteceu em sua vida, qualquer coisa errada, o ambiente da casa, se há livros ou se assiste muita televisão, coisas assim", diz a pesquisadora.


Além disso, afirma, o tamanho do estudo não tem precedentes na área.


"É uma amostra gigantesca, é muito maior do que qualquer coisa que alguém já tenha feito", acrescentou, em entrevista à AFP.


Emmett enfatiza, entretanto, que ainda são necessários mais trabalhos para descobrir se este impacto no Q.I. das crianças continua à medida que envelhecem.


Sobre por que uma dieta rica em 'junk food' teria esta influência sobre a inteligência, a pesquisadora sugere que a falta de vitaminas e minerais vitais para o desenvolvimento do cérebro, adquiridos em pouca quantidade em alimentos processados, em um momento fundamental da infância, pode ser responsável pela diferença.

 

"Uma dieta de 'junk food' não proporciona um bom desenvolvimento do cérebro", conclui.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A verdade sobre o MC Donalds

Olá Pessoal
Achei esse vídeo na Internet. Infelizmente só tinha em inglês. Mas para bom entendedor, meia palavra basta.
No filme ele compra vários lanches do Mc Donalds: Big Mac, Mac Chicken, Mc Fish, Quarteirão, Mc Fritas e um Hamburger caseiro (de um local na rua) e Fritas de um local caseiro. Ele coloca tudo em potes e vê como aquilo reage com o passar dos dias. 
No ambiente tem bactérias que vão deteriorar os lanches e as fritas. Quanto mais tempo o lanche durar, mas conservantes ele tem.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Polêmica: Nutricionista guarda lanche por 1 ano para provar que contém conservantes demais

Olá Pessoal,
Uma amiga minha me mandou por email essa materia... olha que interessante!
Abraços

A nutricionista norte-americana Joann Bruso foi responsável por uma pesquisa bastante polêmica. Bruso afirma que os lanches do McDonald´s, sobretudo o McLanche Feliz, possuem conservantes demais para uma criança.
Para chegar a esta conclusão, durante um ano, Bruso deixou um McLanche Feliz descoberto em uma prateleira na sua casa, em Denver, Colorado, para ver o que iria acontecer. Ela contou ao Daily Mail que o resultado foi surpreendente. O alimento não se decompôs e as batatinha não criaram bolor, mantendo praticamente a aparência original.
“Comida normalmente se decompõe, estraga e fica com cheiro ruim. O fato de (o lanche) não ter se decomposto mostra como pode fazer mal para as crianças”, disse ela.
Bruso ainda disse que durante o teste nem as moscas ou outros insetos sentiram-se atraídos pela comida.
“O alimento é decomposto em seus nutrientes essenciais e transformado em combustível no nosso corpo. Nossos filhos crescem mais fortes quando comem comida de verdade. Se as moscas ignoram o lanche e ele não se decompõe, então o corpo de uma criança não consegue metabolizar adequadamente. Agora você sabe porque é chamado de ‘junk food’.”, afirmou.
Segundo a matéria, o McDonald´s tem feito grandes esforços para mostrar que a comida é saudável em meio a crescentes preocupações sobre a obesidade na infância. Todos os seus restaurantes possuem uma lista de calorias de cada um dos produtos, bem como dos ingredientes individuais.
Uma pesquisa recente mostrou que cada produto leva conservantes. O pão possui conservantes diversos, tais como cálcio e o propionato de sódio, ao passo que a fatia de picles possui benzoato de sódio.
As batatas fritas levam conservantes, como o ácido cítrico e o pirofosfato ácido de sódio, que ajuda a manter a sua cor.
Vi no: http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2010/08/09/polemica-nutricionista-guarda-lanche-por-1-ano-para-provar-que-contem-conservantes-demais/