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terça-feira, 27 de agosto de 2013

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Obesidade na gravidez aumenta risco de autismo no bebê

Olá Queridos,
Olha que interessante essa matéria que eu vi na Folha.com 

Um novo estudo publicado na revista "Pediatrics" mostra que mulheres obesas durante a gravidez tiveram uma chance 67% maior de terem crianças com autismo do que aquelas com peso normal. Elas também tiveram o dobro do risco darem à luz filhos com outros transtornos de desenvolvimento.
Dados recentes do governo dos EUA mostram que nasce uma em 88 crianças nasce com autismo. A pesquisa sugere que a obesidade durante a gravidez aumenta esse chance para uma em 53.
Paula Krakowiak, coautora do estudo e cientista da Universidade da Califórnia, afirma que o resultado é preocupante, já que mais de um terço das mulheres americanas na idade adequada para dar a luz são obesas, e que isso adiciona outro incentivo para a manutenção de um peso adequado.
Pesquisas já ligaram anteriormente a obesidade durante a gravidez a problemas, como malformações congênitas e nascimentos prematuros.
Daniel Coury, chefe da pediatria do Nationwide Children's Hospital, em Columbus, Ohio, disse que os resultados "elevam bastante a preocupação [do risco de nascimento de crianças com autismo]." Ele notou que os níveis do transtorno nos Estados Unidos têm aumentado juntamente com os índices de obesidade. Apesar de o médico não ter participado dos estudos, ele sugere que isso seja mais do que uma simples coincidência.
Mais pesquisas são necessárias para confirmar os resultados, mas Coury afirma que se a obesidade materna está realmente relacionada ao autismo, ela seria apenas um dos muitos fatores que contribuiriam para esse aumento.
A genética tem sido ligada ao transtorno, e cientistas examinam se doenças das mães e o uso de certos medicamentos durante a gravidez podem também ser parte do problema.
O novo estudo envolveu cerca de mil crianças na Califórnia com idades entre dois e cinco anos. Aproximadamente 700 tinham autismo ou outros atrasos no desenvolvimento.
As mães foram questionadas sobre a saúde das crianças, e mais da metade teve a confirmação de exames médicos. Ainda não está claro como a obesidade materina pode afetar o desenvolvimento do feto, mas os autores sugerem algumas teorias.
Um excesso de peso de 16 quilos pode aumentar inflamações e, em alguns casos, elevar níveis de açúcar no sangue. O excesso de açúcar no sangue e as substâncias relacionadas às inflamações podem atingir o feto e danificar o cérebro em desenvolvimento, diz Krakowiak.
O estudo carece de informações de testes sanguíneos. Não há também nenhuma informação sobre dietas e outros hábitos durante a gravidez que podem ter influência no desenvolvimento do bebê.

sábado, 10 de setembro de 2011

Momento para Reflexão


Na revista Veja dessa semana saiu uma reportagem sobre um remédio "milagroso".
Para quem não teve a oportunidade de ler, vou resumir para vocês.
O medicamento se chama LIRAGLUTIDA (ou VICTOZA), ele foi desenvolvido inicialmente para diabéticos por aumentar o hormonio GLP-1.
Esse hormônio atua no pâncreas estimulando a produção de insulina. 
Ele também atua na saciedade, e é ai que ele entra como um medicamento indicado para obesidade.
Com isso os estudos mostraram perda de peso em 7kg na média. O relato do pacientes, que estão tomando o medicamento, foi de que não mudaram muito a alimentação, só diminuiram a quantidade dos alimentos. 

Depois de ler o artigo publicado na Veja tirei algumas conclusões:
1-) Realmente o medicamento tem uma ação mais interessante que os outros inibidores de apetite.
2-) Quando termina o tratamento com o medicamento, como os pacientes conseguem manter o peso perdido? O que eles realmente mudaram? Com o medicamento os pacientes têm menos fome, portanto comem menos. Mas, isso não vai durar para o resto da vida. Como os paciente vão manter o peso perdido?
3-) Nosso corpo é constituido ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE por células e as células são constituídas ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE por NUTRIENTES. Quando diminuimos a quantidade de alimentos e consequentemente de calorias, temos que nos preocupar com a qualidade dos alimentos que ingerimos. Seria interessante comer pouco, mas manter uma alimentação baseada em "fast foods" e alimentos industrializados (chocolates, bolachas, etc)? Por isso a mudança do comportamento alimentar é muito importante. O indicado seria comer frutas e verduras todos os dias, pelo menos 5 porções. Só assim vamos conseguir manter o corpo funcionando de forma saudável.
4-) É muito ruim para o corpo emagrecer e engordar muitas vezes. Quando emagrecemos perdemos gordura, mas também perdemos massa muscular (conseguimos diminuir essa perda de musculo se fizermos atividade física). E quando engordamos de novo gamanhos somente gordura. A composição corporal muda para pior.
5-) No meu consultório sempre digo para meus pacientes: Não existem milagres, é dificil, mas é para sempre!

Bom, espero que entendam meu ponto de vista.
Abraços e um ótimo final de semana

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

AZEITE DE OLIVA

Olá Pessoal,

Vi hoje um artigo (Effects of olive oil and its minor phenolic constituents on obesity-induced cardiac metabolic changes) que fala sobre o Azeite de Oliva.
O estudo demonstrou pela primeira vez que o azeite de oliva e seus componentes fenólicos aumentam a oxidação de gordura e otimizam o metabolismo energético cardíaco em obesos. 

Concluindo o azeite, apesar de ser uma gordura com muitas calorias, auxilia na saúde do obeso.
O ideal é manter o azeite na GELADEIRA!! Desse modo ele consegue manter suas características.